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CURSOS E INSTRUTORES


*12 PONTOS NA EDUCAÇÃO CONTINUADA DO CRC/RS: PROGP, PRORT, AUDITORIA, PERITO E PREVIC – CÓDIGO: RS-06236*


» Curso Web ao vivo com Daniel Tavares Santos


Apresentar os detalhes envolvidos na consolidação das demonstrações contábeis dentro das participações do Brasil e do Exterior.


INSTRUTOR: DANIEL TAVARES SANTOS

Profissional de Contabilidade. Pós-graduado em Controladoria pela FECAP. Instrutor de cursos nas áreas de IR/CS/PIS/COFINS, Contabilidade e Societário.

Instrutor de diversas instituições, a mais de 18 anos voltado as áreas contábil e tributária, com atuação nos mais diversos ramos, dentre eles, entidades do terceiro setor, serviços, indústrias e comércio. Atuou também em processo de IPO, implantação do IFRS e Publicações de Balanço. Participação em projetos de implantação do SPED e consultoria tributária.

DESTINA-SE

Contadores, Gerentes Contábeis, Analistas Contábeis e demais profissionais envolvidos no tema.


PROGRAMA:

CPC 36 DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS

1. INTRODUÇÃO

2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADAS PELA CONTROLADORA

2.1. Apresentação de demonstrações contábeis consolidadas pelas sociedades limitadas


3. Abrangência das demonstrações contábeis consolidadas

3.1 Controle

3.2 Valores mobiliários conversíveis em ações com direito a voto

3.2.1 Avaliação dos potenciais direitos de voto


4. Procedimentos de consolidação

4.1 Saldos, transações, receitas e despesas intragrupo

4.2 Data da consolidação

4.3 Utilização de políticas contábeis uniformes

4.4 Tratamento a ser dispensado às despesas e receitas

4.5 Participação dos não controladores e dos proprietários

4.6 Mudanças na participação relativa da controladora sobre a controlada


5. Perda de controle

5.1 Procedimentos a serem adotados quando da perda do controle

5.2 Procedimento contábil


6. Divulgação


AVALIAÇÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS NO EXTERIOR

1. INTRODUÇÃO


2. RECONHECIMENTO INICIAL

2.1 Mensuração subsequente

2.2 Exemplo nº 1


3. AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS SOCIETÁRIOS NO EXTERIOR

3.1 Conversão de demonstrações contábeis para moeda funcional da investidora

3.1.1 Exemplo nº 2

3.1.1.1 Primeiro passo: converter a DRE da investida

3.1.1.2 Segundo passo: converter o Balanço Patrimonial da investida

3.2 Reconhecimento da receita de equivalência patrimonial e dos ganhos (perdas) na conversão

no período pela investidora

3.3 Consolidação das demonstrações contábeis

3.4 Realização das variações cambiais de investimentos no exterior

3.4.1 Critério de mensuração segundo IAS 21 e Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2)

3.4.1.1 Ano 20X2

3.4.1.2 Ano 20X3


ASPECTOS PRÁTICOS DA CONSOLIDAÇÃO DO BP E DA DRE

1. INTRODUÇÃO


2. OBRIGATORIEDADE

2.1 Exceções de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 36 (R3)

2.2 Extensão da consolidação às sociedades de grande porte


3. POR QUE FAZER A CONSOLIDAÇÃO?


4. DATA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA FINS DE CONSOLIDAÇÃO


5. REQUISITOS CONTÁBEIS

5.1 Procedimentos de consolidação

5.2 Políticas contábeis uniformes

5.3 Mensuração


6. PARTICIPAÇÃO DE NÃO CONTROLADORES

6.1 Atribuição de lucros e prejuízos

6.2 Mudança na proporção detida por participações de não controladores


7. EXCLUSÕES DAS DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS


8. ASPECTOS PRÁTICOS DA CONSOLIDAÇÃO

8.1 Papéis de trabalho e situações propostas

8.2 Exemplo 1 - Operações entre companhias, sem lucros não realizados

8.3 Exemplo 2 - Operações entre companhias, com lucros não realizados integrais

8.4 Exemplo 3 - Operações entre companhias, com lucros não realizados parciais e tributos diferidos